Pressão no ataque se consolida como arma do Brasil de Ancelotti
redir.folha.com.br
Acostumada a ganhar Copas do Mundo com craques no meio-campo, a seleção brasileira embarcou para os Estados Unidos sem nenhum meia do tipo clássico, camisa 10, aquela figura cerebral capaz de orquestrar o time e ditar o ritmo da partida. Não foi um capricho de Carlo Ancelotti, que simplesmente não tem atletas com essa qualidade à sua disposição.
Leia mais (06/06/2026 - 22h56)







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