Moraes vota para tornar réus acusados de obstrução no caso Marielle


O voto do ministro, que é relator do caso, foi proferido no julgamento virtual da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-chefe da Polícia Civil do Rio Rivaldo Barbosa, o delegado Giniton Lages e o comissário de polícia Marco Antonio de Barros.
Notícias relacionadas:
- Ministério lança simulador de renegociações do Novo Desenrola.
- Eleições 2026: financiamento coletivo de campanha começa nesta sexta.
- Dino abre apuração sobre emendas para produtora do filme de Bolsonaro.
Em fevereiro deste ano, os irmãos Brazão, acusados de serem os mandantes, Rivaldo e outros acusados foram condenados pelo assassinato da vereadora.
No voto proferido, Moraes votou pela abertura de uma ação penal contra os denunciados.
“Há indícios mínimos de autoria e materialidade de que Rivaldo Barbosa, em conluio com Giniton Lages e Marco Antônio de Barros obstruíram, mediante ação e omissão imprópria, as investigações correlatas aos referidos homicídios”, afirmou.
A votação virtual é realizada pela Primeira Turma da Corte e ficará aberta até o dia 22 de maio.
Defesas
Antes do julgamento, a defesa de Rivaldo defendeu a rejeição da denúncia por falta de provas e disse que o ex-chefe da Polícia Civil do Rio foi acusado com base em inferências.
Os advogados de Giniton afirmaram que ele não tem foro privilegiado e não pode ser julgado pelo Supremo.
A defesa de Marco Antonio de Barros afirmou que nenhum elemento de prova foi produzido e que o trabalho da polícia resultou na prisão de Ronnie Lessa, delator e executor do crime.








COMENTÁRIOS